Procurador José Carlos fala diante da plateia de servidores da SEDUC.

MPT participa de ação educativa sobre Comunicação Não Violenta e Assédio Moral promovida pela SEDUC

Escrito por ASCOM em .

Secretaria de Estado de Educação aceitou proposta do Ministério Público do Trabalho para realização de ações de conscientização sobre gestão ética, assédio moral, incluindo formas de denúncia e posicionamento.

 

Na última semana, a Secretaria de Estado de Educação (SEDUC), por meio da Secretaria Adjunta de Gestão de Pessoas (SAGEP) e da Coordenadoria de Valorização e Assistência aos Servidores (CVAS), realizou, no auditório da Diretoria Regional de Educação – DRE 03, em Ananindeua, ação educativa sobre Comunicação Não Violenta e Assédio Moral no ambiente de trabalho. Convidado, o Ministério Público do Trabalho PA-AP (PA) esteve presente representado pelo procurador do Trabalho José Carlos Azevedo.

A iniciativa faz parte do projeto Piloto “O trabalho e a dignidade humana”, de caráter preventivo e educativo instituído após tratativas da SEDUC com o Ministério Público do Trabalho. Em reunião realizada em dezembro do ano passado, o MPT propôs que fosse realizado trabalho de conscientização acerca de gestão ética, assédio moral, incluindo formas de denúncia e posicionamento pela Secretaria de Educação, voltado a todos os ocupantes de cargos de chefia e comando. As ações deveriam abarcar parte das escolas geridas pela DRE Ananindeua 3, num total de 19 escolas.

O projeto, proposto pelo MPT, prevê a abordagem dos temas “comunicação não violenta” e “assédio moral”, contendo datas, escolas, carga horária e palestrantes. Além disso, inclui a instituição de canais de denúncia que preservem o denunciante e possibilitem o acompanhamento da denúncia por meio de um número de protocolo.

No evento realizado no dia 26, o primeiro do projeto “O trabalho e a dignidade humana”, o procurador do Trabalho José Carlos Azevedo frisou a importância da prevenção e resolução rápida dos conflitos, a fim de que não haja escalonamento das violências e geração de traumas maiores. Ele sugeriu a criação de comissões administrativas internas de enfrentamento e combate ao assédio e discriminação, a exemplo das existentes no próprio MPT. “Nem todo conflito é assédio, mas todo assédio é um conflito e ato de violência, que deve ser enfrentado desde o início”, disse o procurador.

IC 001286.2024.08.000/6 – 22

Ministério Público do Trabalho

Assessoria de Comunicação

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